Médico e cientista suíço, entrou para a história da Farmácia por ter revolucionado a maneira como se entende a relação entre os medicamentos e o organismo. Até então, as teorias mais importantes ainda se baseavam em Hipócrates, Galeno e Avicena, para os quais a doença era resultado de um desequilíbrio global do corpo; os medicamentos, então, eram concebidos a partir desse ponto de vista. A perspicácia de Paracelso foi ter percebido que as enfermidades eram consequência de algum problema localizado. Assim, o efeito das drogas dependia de alguma qualidade química específica de cada substância, e não de uma das quatro características genéricas que os remédios podiam ter (quente, frio, seco e úmido), conforme imaginava Galeno. Com Paracelso, a Farmácia deixa de se basear apenas na Botânica, passando a também ser pensada a partir da Química.
Principal fonte escrita chinesa sobre práticas terapêuticas, Huangdi Neijing durante séculos foi a referência máxima no assunto (até pelo menos […]
Primeira farmacopeia alemã, tornou-se o protótipo desse tipo de literatura especializada. A exemplo de publicações anteriores, o Dispensatorium continha a […]