Alexander Fleming 1928

Foto do cientista Alexander Fleming dentro de um laboratório. Ele olha pela lente de um microscópio e ao seu redor há vários instrumentos, tubos de ensaio e placas.
Acervo Linha do Tempo Alexander Fleming

Uma série de coincidências e o olhar atento de um brilhante cientista propiciaram a descoberta de uma das substâncias mais importantes da história: a penicilina. Ao sair de férias, em agosto de 1928, o bacteriologista Alexandre Fleming esqueceu culturas de estafilococos sobre sua bancada, em vez de descartá-las ou deixá-las na geladeira. Quando voltou, as placas estavam contaminadas com mofo, o que é natural. Mas reparou que em uma delas havia uma auréola transparente ao redor do bolor. Ao estudar o caso, Fleming constatou que o fungo que contaminara a placa era do gênero Penicillium. Tal fungo produzia uma substância solúvel que tinha o poder de destruir diversas bactérias, como estafilococos e estreptococos. Surgia, assim, a penicilina. No entanto, seu emprego como droga antibiótica só seria feito cerca de dez anos depois.

Confira também

Um novo órgão de classe
1858

Mais um exemplo da crescente mobilização da classe farmacêutica nacional: a criação do Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro. A […]

Química a serviço da saúde
1910

A reforma deste ano estabelece também a volta do currículo de três anos para os cursos de Farmácia e busca […]