A crença em deuses na Mesopotâmia não significava que inexistissem pessoas responsáveis por preparar e ministrar drogas. Ao contrário, acreditava-se que as divindades atuavam por intermédio dos asu e asipu, palavras que significavam o que hoje seria boticário, médico ou curandeiro. O asu era especialista no tratamento empírico, e o asipu volta-se para aspectos mágicos. Um exemplo de substância terapêutica era uma mistura de cerveja, mel e mirra, usada como antisséptico. O tratamento também incluía orações, encantos e um ritual de purgação. Embora tenham criado um pioneiro sistema de pesos e medidas, esses povos não o usavam para preparar drogas.
No fim de 1849, o vapor norte-americano Navarro, ao atracar no porto do Rio de Janeiro, traz consigo a febre […]
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