Bálsamo de Turlington 1744

Foto da garrafa do bálsamo de Turlington, de 1754. Uma garrafa de vidro com escritas em alto relevo.
Acervo Linha do Tempo Bálsamo de Turlington

Concedida pelo rei George II (Grã-Bretanha) ao mercador e boticário Robert Turlington, deu origem a um composto que se tonou muito popular na Inglaterra e nos Estados Unidos no século 18. Continha 27 ingredientes e era indicado para pedra nos rins, cólica e desânimo; em pouco tempo, ganhou ares de panaceia – a lista de patologias tratáveis chegou a se transformar em um calhamaço de várias páginas. A primeira patente da história, contudo, é a do sal de Epsom (sulfato de magnésio), concedida em 1698. Antes dessas patentes, havia apenas concessões arbitrárias vendidas pelos monarcas, e não um sistema segundo o qual o direito exclusivo de produção de um remédio seria concedido àquele que o tivesse inventado. A criação desse modelo de patentes foi um dos fatores decisivos para o desenvolvimento da indústria farmacêutica.

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