Concedida pelo rei George II (Grã-Bretanha) ao mercador e boticário Robert Turlington, deu origem a um composto que se tonou muito popular na Inglaterra e nos Estados Unidos no século 18. Continha 27 ingredientes e era indicado para pedra nos rins, cólica e desânimo; em pouco tempo, ganhou ares de panaceia – a lista de patologias tratáveis chegou a se transformar em um calhamaço de várias páginas. A primeira patente da história, contudo, é a do sal de Epsom (sulfato de magnésio), concedida em 1698. Antes dessas patentes, havia apenas concessões arbitrárias vendidas pelos monarcas, e não um sistema segundo o qual o direito exclusivo de produção de um remédio seria concedido àquele que o tivesse inventado. A criação desse modelo de patentes foi um dos fatores decisivos para o desenvolvimento da indústria farmacêutica.
A forte presença das boticas na capital do Império evidenciava-se sobretudo no coração da cidade, no chamado “quarteirão das boticas” […]
Apesar do declínio das cidades italianas, Veneza continuou a ter prestígio em relação à qualidade de alguns produtos. Entre eles, […]