As boticas europeias tornaram-se um ambiente único: agradável, acolhedor e repleto de aromas e belos jarros, nos quais as drogas eram guardadas. O caulim, argila branca descoberta pelo farmacêutico francês Marc-Hilaire Villaris, trouxe mais um grau de requinte a essa atmosfera. A porcelana farmacêutica francesa tornou-se sinônimo de elegância e bom gosto, além de ser mais leve e resistente que a faiança, o material até então mais comum. Normas francesas chegaram a determinar que apenas os farmacêuticos poderiam exibir as chevrettes, um tipo especial de jarro no qual xaropes medicinais eram armazenados, e que os especieiros não poderiam usar os chamados pots à cannon, um vaso em forma de canhão feito para estocar unguentos.
Palavra da qual deriva o termo “farmácia” e todos os outros vocábulos afins. Embora tenha surgido na Grécia, seu significado […]
Após uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) detectar, entre outros pontos problemáticos, preços abusivos de importação de insumos farmacêuticos pelas […]