Caulim 1765

Acervo Linha do Tempo Caulim

As boticas europeias tornaram-se um ambiente único: agradável, acolhedor e repleto de aromas e belos jarros, nos quais as drogas eram guardadas. O caulim, argila branca descoberta pelo farmacêutico francês Marc-Hilaire Villaris, trouxe mais um grau de requinte a essa atmosfera. A porcelana farmacêutica francesa tornou-se sinônimo de elegância e bom gosto, além de ser mais leve e resistente que a faiança, o material até então mais comum. Normas francesas chegaram a determinar que apenas os farmacêuticos poderiam exibir as chevrettes, um tipo especial de jarro no qual xaropes medicinais eram armazenados, e que os especieiros não poderiam usar os chamados pots à cannon, um vaso em forma de canhão feito para estocar unguentos.

Confira também

Consequências da Primeira Guerra
1918

Terminada a Primeira Guerra Mundial, o país soma 1.181 laboratórios farmacêuticos – eram 765 em 1913. A expansão deve-se, sobretudo, […]

O nascimento da Aspirina
1897

Durante todo o século 19 o ácido salicílico foi objeto de estudo de pesquisadores ao redor do mundo. Ao buscar […]