Irmãos gêmeos, cristãos de origem árabe, tinham vasto conhecimento nas artes da cura e teriam recebido de Deus poderes para tanto. Em suas andanças pela Ásia Menor, visitavam e tratavam os doentes, aplicando suas habilidades médicas e farmacêuticas e invocando preces cristãs. Não cobravam nada por seus préstimos. Não demorou para a lenda chegar aos ouvidos das autoridades romanas, que proibiam o cristianismo. Por isso, foram presos e torturados, mas suportaram os martírios, até serem decapitados em 303. Após sua morte, sua história se espalhou ainda mais e, já na Idade Média, viraram santos, cultuados até hoje. De certo modo, são a versão católica dos deuses pagãos relacionados à cura. Cosme é o patrono da Medicina e a Damião se atribui o título de santo protetor dos farmacêuticos.
Importante enciclopedista romano, cuja principal obra, De Medicina, é considerada um dos melhores tratados de Medicina escritos na Antiguidade Clássica. […]
As boticas europeias tornaram-se um ambiente único: agradável, acolhedor e repleto de aromas e belos jarros, nos quais as drogas […]