Por muitos séculos, a Medicina e a Farmácia indianas continuaram a ser guiadas pelos conhecimentos de Charaka e Sushruta e pelas contribuições, sobretudo relacionadas à alquimia, introduzidas por Patanjali e Nagarjuna. Com o tempo, no entanto, essa alquimia hindu passou a ser acompanhada do culto de tantras. Estes eram um sistema de ioga a um só tempo religioso e científico. Religioso porque estava relacionado à adoração de divindades e ao atingimento da libertação da alma. Científico porque tal sistema absorveu gradativamente conhecimentos da alquimia hindu. Assim, o tratamento de doenças não se resumia ao uso de fármacos, mas também a atividades tântricas como encantos, mantras, uso de amuletos, feitiçaria etc. Em todo o caso, muitos historiadores reconhecem que a literatura produzida pelos adeptos desse sistema estava repleta de preciosos conhecimentos em Química, que mais tarde seriam incorporados à Farmácia indiana.
Terminada a Primeira Guerra Mundial, o país soma 1.181 laboratórios farmacêuticos – eram 765 em 1913. A expansão deve-se, sobretudo, […]
Filósofo grego, foi um dos criadores da “teoria dos quatro elementos”, segundo a qual a matéria, inclusive o corpo humano, […]