O médico Gaspar de Oliveira Vianna (1885-1914), membro do Instituto Oswaldo Cruz, descreve o agente patológico de uma enfermidade que começa a surgir no país: nomeia a espécie de Leishmania brasiliensis e a diferencia das demais leishmânias já conhecidas. O próximo passo do jovem doutor é a descoberta de um tratamento para a doença. Vianna chega à cura da leishmaniose tegumentar americana a partir do tártaro emético, um sal de antimônio; a mortalidade da moléstia, antes na casa de 90%, cai para 10%.
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