Apesar das novas teorias, a Farmácia da Idade Moderna também é marcada pela convivência das mais variadas técnicas terapêuticas, especialmente durante o período barroco. Assim, os novos medicamentos químicos concorriam com métodos tradicionais, como sangrias, purgantes e, especialmente, os enemas (clisteres) – injeções de medicamentos líquidos aplicadas no reto, normalmente com o objetivo de “limpar” o organismo. Chegaram a ser prescritos para qualquer tipo de distúrbio, embora seu uso fosse mais comum para tratar males relacionados aos órgãos próximos do reto e cólon. Nos últimos meses de sua vida, o rei francês Luís XIII, sofrendo com cólicas e vômitos, recebeu centenas de aplicações. Em muitos lugares, o símbolo do farmacêutico era uma seringa de enema.
Palavra da qual deriva o termo “farmácia” e todos os outros vocábulos afins. Embora tenha surgido na Grécia, seu significado […]
Lei nº 5.991, de 17 de dezembro, diferencia as farmácias das drogarias. Estas são definidas como estabelecimentos de venda de […]