Apesar da descoberta de drogas como propranolol e captopril, os tratamentos de patologias cardíacas tinham como foco o combate a sintomas, e não a causas. Pesquisas que vinham sendo conduzidas ao longo dos anos 1970, no entanto, abriram uma nova possibilidade de intervenção farmacológica. Elas apontavam para a relação entre níveis elevados de um tipo de lipídio, o colesterol, e alguns problemas cardiovasculares. Surgiam assim as estatinas, que agem sobre uma determinada enzima, bloqueando a síntese de colesterol no fígado. Elas são capazes de reduzir em até 50% o nível desse lipídio no sangue. Com larga aceitação pela comunidade médica, as estatinas estão entre as primeiras drogas preventivas de uso disseminado. A primeira a ser colocada no mercado, em 1987, foi a lovastatina, seguida de fármacos como a sinvastatina e outras estatinas sintéticas e semissintéticas.
O médico canadense Frederick Grant Banting (1891-1941) e seu assistente Charles Best (1899-1978) conseguem isolar a insulina do pâncreas de […]
Segundo imperador da China, Shennong, a exemplo de Fu Xi, também é uma figura mitológica. Tornou-se conhecido como o Imperador […]