Uma das principais contribuições dos árabes para a Farmácia foi o desenvolvimento de um tipo específico de literatura especializada: os formulários (aqrabadin), que passaram a ser largamente utilizados na Europa, onde também eram chamados de dispensatorium e antidotarium. Os aqrabadin eram compilações de fórmulas de medicamentos e incluíam as instruções de preparo e a indicação de uso de cada substância. Constavam desses formulários drogas que eram desconhecidas dos gregos e romanos, como cânfora, almíscar, cravo, noz-moscada, sândalo, tamarindo e cânhamo. Às cerca de mil drogas de que se tinha conhecimento na Antiguidade Clássica, estima-se que os árabes acrescentaram outras 400.
O Ministério da Saúde emite o decreto-lei nº 793, segundo o qual o nome genérico das substâncias químicas (ou seja, […]
O Brasil adere ao Agreement on trade-related aspects of intellectual property rights (Trips), ou Acordo de Propriedade Intelectual, assinado em […]