Como parte da estratégia de combate a um surto de peste bubônica que começa a se alastrar, em 1899, a partir do porto de Santos, são criados o Instituto Soroterápico Federal (rebatizado de Instituto Oswaldo Cruz em 1908), no Rio de Janeiro, e, em 1901, o Instituto Serumtherápico (mais tarde, Instituto Butantan), em São Paulo. Controlada a peste, vem a raiva canina – então entra em cena, em 1903, o Instituto Pasteur de São Paulo, primeiramente como instituição privada de caráter filantrópico e doada ao governo estadual em 1916.
Aos poucos, o desenvolvimento sem freios dos laboratórios farmacêuticos resulta em uma mudança definitiva no perfil das farmácias brasileiras, cada […]
Terminada a Primeira Guerra Mundial, o país soma 1.181 laboratórios farmacêuticos – eram 765 em 1913. A expansão deve-se, sobretudo, […]