No Egito Antigo, eles eram os encarregados de preparar as drogas. Segundo estudiosos, os ofícios relacionados às práticas terapêuticas já eram relativamente específicos. Além dos pastophors, havia os coletores e os conservadores de drogas. Essas três classes de técnicos estavam subordinadas a um “chefe preparador de drogas”, que também ocupava o posto de “chefe dos médicos”. Todos eles trabalhavam para os faraós. A palavra “farmacêutico” e o conceito a ela vinculado ainda não haviam sido criados, mas a existência de funções tão peculiares indica que os egípcios já esboçavam a divisão que mais tarde seria criada entre Medicina e Farmácia.
Respeitável farmacologista do tempo da dinastia Ming, por 30 anos consultou centenas de textos clássicos sobre fórmulas de fármacos e […]
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