Uma nova linha de estudos impulsiona a indústria mundial de medicamentos no fim da década de 2000: a biotecnologia. Os materiais geneticamente modificados mostram-se como potenciais respostas para doenças que desafiam a Medicina e a farmacologia até hoje (como algumas categorias de câncer e a doença de Alzheimer, por exemplo), e, justamente por isso, as grandes multinacionais da área farmacêutica não medem esforços para investir nas pesquisas em biotecnologia. Embora uma droga desse tipo seja 25% mais cara se comparada às tradicionais, e todo o processo de produção seja mais lento, os compostos biotecnológicos geram maior lucro e, graças a sua complexidade, são menos copiáveis. Na condição de economia emergente e com uma população significativamente grande, o Brasil entra com tudo na mira desse mercado.
Um venenoso panfleto de 19 páginas, o Antitherica, ensaio sobre mitridato e teriaga, foi a primeira tentativa de contestação à […]
Autor de compêndios magistrais, defendeu explicitamente a separação entre Medicina e Farmácia; esta seria, para ele, a arte de conhecer […]