A teriaga de Mitrídates, remédio usado contra qualquer tipo de intoxicação, ganhou ainda mais fama cerca de um século depois, quando Andrômaco de Creta, médico do imperador romano Nero, alterou sua fórmula. Basicamente, adicionou carne de serpente e aumentou a quantidade de ópio e o número de ingredientes, que passaram a ser mais de 60. A receita foi descrita e estudada por Galeno, o mais importante farmacêutico e médico da Roma Antiga, e então entrou definitivamente para a posteridade. Com o tempo, a teriaga ganhou ares de panaceia, de remédio que combate todos os males. Foi produzida em larga escala durante séculos e constou das primeiras farmacopeias, que surgiram no fim da Idade Média.
No Egito Antigo, eles eram os encarregados de preparar as drogas. Segundo estudiosos, os ofícios relacionados às práticas terapêuticas já […]
Mais um exemplo da crescente mobilização da classe farmacêutica nacional: a criação do Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro. A […]