Donas de um poder econômico mais pungente e de uma maior capacidade de crescimento, as marcas estrangeiras de laboratórios farmacêuticos adquirem pouco a pouco o controle acionário dos laboratórios brasileiros, e já no início da década de 1960 respondem por pelo menos 95% do setor. Os medicamentos vendidos são cada vez mais sintéticos e menos oriundos de substâncias naturais de base vegetal e animal.
No fim de 1849, o vapor norte-americano Navarro, ao atracar no porto do Rio de Janeiro, traz consigo a febre […]
Em novembro, uma resolução federal determina que a Superintendência Nacional do Abastecimento (Sunab) defina, para cada produto da indústria farmacêutica, […]