Donas de um poder econômico mais pungente e de uma maior capacidade de crescimento, as marcas estrangeiras de laboratórios farmacêuticos adquirem pouco a pouco o controle acionário dos laboratórios brasileiros, e já no início da década de 1960 respondem por pelo menos 95% do setor. Os medicamentos vendidos são cada vez mais sintéticos e menos oriundos de substâncias naturais de base vegetal e animal.
Publicação oficial da Farmacopeia dos Estados Unidos do Brasil, o código farmacêutico brasileiro, de autoria de Rodolpho Albino Dias da […]
Como parte da estratégia de combate a um surto de peste bubônica que começa a se alastrar, em 1899, a […]