Donas de um poder econômico mais pungente e de uma maior capacidade de crescimento, as marcas estrangeiras de laboratórios farmacêuticos adquirem pouco a pouco o controle acionário dos laboratórios brasileiros, e já no início da década de 1960 respondem por pelo menos 95% do setor. Os medicamentos vendidos são cada vez mais sintéticos e menos oriundos de substâncias naturais de base vegetal e animal.
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