Entre 1918 e 1919, a pandemia da gripe espanhola faz praticamente três vezes mais vítimas fatais que a Primeira Guerra Mundial – as cifras ficam entre 30 e 50 milhões de mortes em todo o mundo. A carência de medicamentos para o combate ao vírus Influenza acaba estimulando, principalmente nos países mais industrializados, as pesquisas e os investimentos no setor farmacêutico. No Brasil, onde milhares de pessoas são vítimas da moléstia, as propagandas de remédios ganham forte impulso.
Versão grega do deus egípcio Imhotep. Embora os gregos sejam reconhecidos pela racionalidade com que tentavam compreender o mundo, sua […]
Até o início do século 20, quase todas as terapias farmacêuticas baseavam-se em drogas que atacavam os sintomas (os analgésicos […]