Em novembro, uma resolução federal determina que a Superintendência Nacional do Abastecimento (Sunab) defina, para cada produto da indústria farmacêutica, um “preço nacional”. A medida visa garantir ao consumidor final um valor uniforme em todo o território nacional para cada medicamento, mesmo nas regiões mais distantes dos centros de produção; os laboratórios reclamam veementemente, porque têm de arcar com os custos de transporte, sem repassá-los aos preços dos remédios. A prática contribui para desestimular o investimento das indústrias multinacionais no país.
O Brasil adere ao Agreement on trade-related aspects of intellectual property rights (Trips), ou Acordo de Propriedade Intelectual, assinado em […]
Trata-se da mais antiga corporação de farmacêuticos ainda existente. Fundada na Itália em tempos imemoriais, originalmente se chamava Universitas aromataroirum, […]