Nasce o Laboratório Químico-Prático do Rio de Janeiro, o primeiro ligado ao Estado. Entre os principais propósitos estão o desenvolvimento de pesquisas químicas com fins comerciais (especialmente de substâncias naturais locais, como pau-brasil, sementes de papoula e a própria cana-de-açúcar) e ainda a preparação de candidatos à habilitação profissional nas boticas; o laboratório funciona até 1819.
A fim de descobrir um anestésico eficaz, um professor de obstetrícia e seus assistentes inalavam vapores químicos. Em 1847, testaram […]
O cenário é bom para os laboratórios nacionais até a década de 1940, mas as dificuldades de importação de matérias-primas […]