A crença em deuses na Mesopotâmia não significava que inexistissem pessoas responsáveis por preparar e ministrar drogas. Ao contrário, acreditava-se que as divindades atuavam por intermédio dos asu e asipu, palavras que significavam o que hoje seria boticário, médico ou curandeiro. O asu era especialista no tratamento empírico, e o asipu volta-se para aspectos mágicos. Um exemplo de substância terapêutica era uma mistura de cerveja, mel e mirra, usada como antisséptico. O tratamento também incluía orações, encantos e um ritual de purgação. Embora tenham criado um pioneiro sistema de pesos e medidas, esses povos não o usavam para preparar drogas.
Localizadas nas principais ruas das vilas e cidades, as boticas do Brasil Colônia exibem a mesma aparência das portuguesas. O […]
A forte presença das boticas na capital do Império evidenciava-se sobretudo no coração da cidade, no chamado “quarteirão das boticas” […]