Pesquisas sobre os antipsicóticos, como a clorpromazina, mostraram que eles têm como alvo um neurotransmissor chamado dopamina. Entre outras funções, ela está relacionada ao movimento do corpo. Outros estudos, então, revelaram que justamente a falta de dopamina é a causadora do mal de Parkinson. Criou-se assim uma droga chamada levodopa, que se converte, no cérebro, nesse neurotransmissor. As drogas antipsicóticas fazem o contrário: bloqueiam a ação da dopamina. Assim, um de seus efeitos colaterais é a geração de sintomas de Parkinson, problema que vem sendo superado pelas novas gerações dessa classe de medicamento.
Criação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF). Entre os principais objetivos estão incentivar as pesquisas na área, congregar a classe […]
Veneza, durante o século 13, era o principal centro de comércio de especiarias orientais e de drogas mediterrâneas e árabes. […]