A forte presença das boticas na capital do Império evidenciava-se sobretudo no coração da cidade, no chamado “quarteirão das boticas” da rua Direita (mais tarde chamada Primeiro de Março), entre a rua do Ouvidor e o beco dos Barbeiros. Por volta dos anos 1870, instalam-se nessa mesma rua algumas farmácias, entre elas a Silva Araújo e a Granado, ambas importantes fabricantes de remédios e cosméticos; com laboratórios próprios e sendo fornecedoras da Casa Imperial, possuem tipografias onde editam revistas, almanaques e catálogos de produtos, e têm clientela que vai de professores e alunos da faculdade de Medicina a políticos e intelectuais da época.
Durante uma conferência, o farmacêutico Manoel Hilário Pires Ferrão defende uma distinção mais clara entre o boticário e o farmacêutico. […]
Segundo imperador da China, Shennong, a exemplo de Fu Xi, também é uma figura mitológica. Tornou-se conhecido como o Imperador […]