A fim de descobrir um anestésico eficaz, um professor de obstetrícia e seus assistentes inalavam vapores químicos. Em 1847, testaram o clorofórmio e perceberam que estavam diante do que procuravam. Poucos anos depois, a rainha Vitória aceitou usá-lo no parto de seu oitavo filho, o príncipe Leopoldo. Além do clorofórmio, dezenas de outras substâncias desenvolvidas por boticários aumentaram o cardápio de opções terapêuticas e alteraram os rumos da maneira como se praticava Farmácia. Alguns dos muitos exemplos são os glicosídeos, o bicarbonato de sódio, a iodina, a bromina, a antipirina e o sulfonal. No começo do século 20, com a industrialização, toda uma gama de fármacos, com efeitos analgésicos, antipiréticos, anti-inflamatórios, antissépticos e anestésicos, estava disponível à população.
Trata-se da mais antiga corporação de farmacêuticos ainda existente. Fundada na Itália em tempos imemoriais, originalmente se chamava Universitas aromataroirum, […]
O médico Gaspar de Oliveira Vianna (1885-1914), membro do Instituto Oswaldo Cruz, descreve o agente patológico de uma enfermidade que […]