Irmãos gêmeos, cristãos de origem árabe, tinham vasto conhecimento nas artes da cura e teriam recebido de Deus poderes para tanto. Em suas andanças pela Ásia Menor, visitavam e tratavam os doentes, aplicando suas habilidades médicas e farmacêuticas e invocando preces cristãs. Não cobravam nada por seus préstimos. Não demorou para a lenda chegar aos ouvidos das autoridades romanas, que proibiam o cristianismo. Por isso, foram presos e torturados, mas suportaram os martírios, até serem decapitados em 303. Após sua morte, sua história se espalhou ainda mais e, já na Idade Média, viraram santos, cultuados até hoje. De certo modo, são a versão católica dos deuses pagãos relacionados à cura. Cosme é o patrono da Medicina e a Damião se atribui o título de santo protetor dos farmacêuticos.
A transformação pela qual passou a Farmácia ao longo do Renascimento se deve a teorias como a de Paracelso e […]
Entre 1930 e 1938, o pesquisador Edward Calvin Kendall (1886-1972), da MayoClinic, nos Estados Unidos, consegue isolar diversos esteroides produzidos […]