Irmãos gêmeos, cristãos de origem árabe, tinham vasto conhecimento nas artes da cura e teriam recebido de Deus poderes para tanto. Em suas andanças pela Ásia Menor, visitavam e tratavam os doentes, aplicando suas habilidades médicas e farmacêuticas e invocando preces cristãs. Não cobravam nada por seus préstimos. Não demorou para a lenda chegar aos ouvidos das autoridades romanas, que proibiam o cristianismo. Por isso, foram presos e torturados, mas suportaram os martírios, até serem decapitados em 303. Após sua morte, sua história se espalhou ainda mais e, já na Idade Média, viraram santos, cultuados até hoje. De certo modo, são a versão católica dos deuses pagãos relacionados à cura. Cosme é o patrono da Medicina e a Damião se atribui o título de santo protetor dos farmacêuticos.
Chega ao mercado norte-americano, pela primeira vez, a pílula anticoncepcional. Na verdade, desde 1919 já se buscava nos hormônios a […]
Fundação, no Rio de Janeiro, da Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Abif). Em 1972, uma mudança no estatuto da entidade […]