As conquistas de Alexandre, o Grande, ao longo do século 4 a.C. tiveram como resultado a propagação da cultura grega por regiões como a Ásia Menor e o Oriente Médio. Em Alexandria, no Egito, criou-se um importante centro de estudos da saúde, a “Escola de Alexandria”, que por muito tempo foi a principal referência no assunto. As obras de Hipócrates foram conservadas e compiladas lá. Alexandria viria a influenciar muito a Farmácia que seria praticada no Império Romano. Além disso, legou ao mundo duas importantes correntes de pensamento. A “empiricista”, cujo principal expoente foi Herófilo, baseava-se nas teorias hipocráticas e tinha como método a observação e a experiência. Herófilo era fervoroso defensor do uso de remédios, além de ter sido o primeiro anatomista. A outra corrente era a “metodista”, segundo a qual as doenças seriam consequência de uma tensão muito fraca ou muito forte entre os dutos do corpo. Para o primeiro caso, deveriam ser ministradas drogas irritativas; para o segundo, remédios relaxantes.
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Em novembro, uma resolução federal determina que a Superintendência Nacional do Abastecimento (Sunab) defina, para cada produto da indústria farmacêutica, […]