Assim como nos tempos coloniais, as boticas do Império seguem como importantes locais de discussões políticas e de encontros sociais. O estabelecimento de Ezequiel Corrêa dos Santos, na rua das Mangabeiras, na Lapa, Rio de Janeiro, era um dos preferidos da população, e o farmacêutico acaba por firmar-se como uma das lideranças entre os liberais, vindo a ser, entre 1829 e 1831, proprietário e redator do jornal Nova Luz Brasileira. Em 1851, torna-se o primeiro presidente da Sociedade Farmacêutica Brasileira.
Uma das mais devastadoras pandemias da história, a peste negra dizimou milhões de pessoas (cerca de um terço da população […]
Até meados do século 19, a principal explicação para os efeitos das substâncias farmacêuticas no corpo era de que as […]