Apesar do discurso fortemente nacionalista com que assume o poder, Getúlio Vargas oferece condições favoráveis (sobretudo isenções de impostos) para que laboratórios internacionais se estabeleçam no país. Vários deles começam então a produzir nacionalmente seus principais medicamentos, que pouco a pouco dominam o mercado brasileiro. A farmacêutica suíça Roche chega em 1931, e entre 1934 e 1937 aportam as americanas Johnson & Johnson (1933), Glaxo e Abbott, a suíça Company for Chemical Industry Basel (Ciba) e a francesa Roussel S/A. A holandesa Organon e a americana Bristol-Myers vêm entre 1940 e 1949.
Entre 1930 e 1938, o pesquisador Edward Calvin Kendall (1886-1972), da MayoClinic, nos Estados Unidos, consegue isolar diversos esteroides produzidos […]
Palavra da qual deriva o termo “farmácia” e todos os outros vocábulos afins. Embora tenha surgido na Grécia, seu significado […]