O cenário é bom para os laboratórios nacionais até a década de 1940, mas as dificuldades de importação de matérias-primas acarretadas pela Segunda Guerra Mundial, somadas à rápida evolução dos laboratórios norte-americanos e europeus (graças, principalmente, à produção dos antibióticos e de produtos baseados em sínteses químicas) e ao investimento muito lento da indústria farmacêutica brasileira na pesquisa de novos medicamentos, levam a uma crise nos laboratórios nacionais, e muitos passam a ser comprados pelos estrangeiros.
Localizadas nas principais ruas das vilas e cidades, as boticas do Brasil Colônia exibem a mesma aparência das portuguesas. O […]
Segundo imperador da China, Shennong, a exemplo de Fu Xi, também é uma figura mitológica. Tornou-se conhecido como o Imperador […]