O decreto-lei nº 1.005, de 21 de outubro, revoga as patentes de processos na indústria farmacêutica, abrindo caminho para a fabricação de medicamentos similares (e para uma concorrência por custos mais baixos de produção e de venda para o consumidor). Dois anos depois, a lei nº 5.772, de 21 de dezembro de 1971, institui o Código da Propriedade Industrial, derruba os privilégios sobre patentes e estabelece que qualquer substância ativa descoberta pode ser copiada, por similaridade.
Por volta do início da era cristã, o Budismo, na Índia, começou a absorver algumas influências do bramanismo. Assim, Buda […]
Doenças oculares eram comuns entre os árabes e, muito provavelmente por causa disso, eles desenvolveram um tipo específico de remédio […]