Inteligência artificial, nanotecnologia e descobertas sobre o genoma humano são novidades já introduzidas na indústria farmacêutica, mas cujos principais frutos ainda estão guardados para os próximos anos. Supercomputadores são capazes de colher e interpretar gigantesco volume de informações, técnica já usada por alguns laboratórios, tanto para avaliação de dados quanto para a identificação de moléculas e simulação de efeitos. A nanotecnologia, a possibilidade de manipular a matéria no nível atômico, tem o potencial de fazer com que o fármaco interaja seletivamente na parte acometida pela doença, além de poder liberar a substância de forma prolongada. Pode até parecer coisa de ficção científica, mas também existem projetos de criação de nanorrobôs que trabalhariam dentro do corpo para executar funções específicas. E as terapias genéticas começam a ser realidade, especialmente para tratamento de câncer: por exemplo, o uso do próprio DNA como fármaco, que carrega a informação para a produção no corpo de uma proteína que combata a doença.
Foi apenas no final do século 19 que a comunidade científica atentou para o fato de que algumas substâncias terapêuticas, […]
A reforma do ensino, inspirada, sobretudo, no modelo francês e assinada por d. Pedro II, regulamenta o curso de Farmácia […]