A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.
Pouco tempo após o início da produção de penicilina, e décadas depois de Robert Koch ter identificado os agentes causadores […]
Fundação, no Rio de Janeiro, da Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Abif). Em 1972, uma mudança no estatuto da entidade […]