A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.
Além de seu conhecimento ter lhe rendido a comparação com o famoso médico grego, acredita-se também que seus ensinamentos teriam […]
Respeitável farmacologista do tempo da dinastia Ming, por 30 anos consultou centenas de textos clássicos sobre fórmulas de fármacos e […]