A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.
Médico e farmacêutico que realmente existiu, Charaka teve como grande legado a obra Charaka Samhita, uma compilação sistematizada de todo […]
Durante o governo do general Ernesto Geisel, o decreto nº 79.094, de 5 de janeiro, estabelece novas regras para a […]