Herboristas, as bruxas farmacêuticas da Idade Média 1320

Acervo Linha do Tempo Herboristas, as bruxas farmacêuticas da Idade Média

A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.

Confira também

Paul Ehrlich e a quimioterapia
1910

Até o início do século 20, quase todas as terapias farmacêuticas baseavam-se em drogas que atacavam os sintomas (os analgésicos […]

Boticas e farmácias lado a lado
1870

A forte presença das boticas na capital do Império evidenciava-se sobretudo no coração da cidade, no chamado “quarteirão das boticas” […]