A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.
Cartas médicas budistas, os tantras revelam a arte de curar dos tibetanos. Influenciadas, portanto, pelo Budismo, as práticas terapêuticas tibetanas […]
Localizada na cidade alemã de Halle e vinculada a um orfanato, tinha por objetivo gerar receitas para a manutenção da […]