A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.
Durante uma conferência, o farmacêutico Manoel Hilário Pires Ferrão defende uma distinção mais clara entre o boticário e o farmacêutico. […]
No fim de 1849, o vapor norte-americano Navarro, ao atracar no porto do Rio de Janeiro, traz consigo a febre […]