Herboristas, as bruxas farmacêuticas da Idade Média 1320

Acervo Linha do Tempo Herboristas, as bruxas farmacêuticas da Idade Média

A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.

Confira também

Curando a leishmaniose tegumentar
1912

O médico Gaspar de Oliveira Vianna (1885-1914), membro do Instituto Oswaldo Cruz, descreve o agente patológico de uma enfermidade que […]

Kuhl, os colírios árabes
830

Doenças oculares eram comuns entre os árabes e, muito provavelmente por causa disso, eles desenvolveram um tipo específico de remédio […]