A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.
A partir de abril de 2004, o governo federal iniciou a implantação do Programa Farmácia Popular, destinado a ampliar o […]
Importante entreposto comercial estabelecido na China pelos portugueses ao longo do século 16, Macau representa a intensificação do contato entre […]