A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.
Em novembro, uma resolução federal determina que a Superintendência Nacional do Abastecimento (Sunab) defina, para cada produto da indústria farmacêutica, […]
Combinando ensinamentos de seus predecessores com sua própria experiência, o médico Wang Shuhe ganhou notoriedade por ter desenvolvido teorias sobre […]