A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.
Somente os avanços científicos na química farmacêutica não seriam suficientes para induzir a industrialização do preparo de medicamentos. Também era […]
Mais um exemplo da crescente mobilização da classe farmacêutica nacional: a criação do Instituto Farmacêutico do Rio de Janeiro. A […]