Herboristas, as bruxas farmacêuticas da Idade Média 1320

Acervo Linha do Tempo Herboristas, as bruxas farmacêuticas da Idade Média

A crença em feitiçaria sempre fez parte da história do homem, mas no século 14 a Inquisição passou a condenar à morte os praticantes de bruxaria. Centenas de milhares de pessoas foram queimadas vivas. Quase todas eram mulheres. Muitas delas, sábias herboristas (exímias conhecedoras do uso de plantas para curar doenças e aplacar dores). Por exemplo, o analgésico extraído do salgueiro (ácido acetilsalicílico), a raiz de aipo, que era indicada para cãibras, e a hera (tipo de trepadeira), usada para asma.

Confira também

Química a serviço da saúde
1910

A reforma deste ano estabelece também a volta do currículo de três anos para os cursos de Farmácia e busca […]

Nobile collegio chimico farmaceutico
1429

Trata-se da mais antiga corporação de farmacêuticos ainda existente. Fundada na Itália em tempos imemoriais, originalmente se chamava Universitas aromataroirum, […]